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Zanadu!

Crónicas de Timbuktu, Trevim e Lisboa (nos melhores dias)

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Crónicas de Timbuktu, Trevim e Lisboa (nos melhores dias)

Acerca da inerência dos vícios I

por Tiago, em 15.10.14

(Sempre quis fazer isto e atendendo a que nunca escreverei um livro, fica aqui uma tentativa absolutamente boçal de iniciar um texto com uma nota introdutória de nome pretensioso.)

 

Prólogo

Ainda não li o livro. E ainda não vi o filme embora ache que só será lançado ao público em Janeiro pelo que eu próprio me absolvo. Fica ainda justificada qualquer parvoíce escrita depois deste prolegomenon (ressuscitemos línguas mortas já agora).

 

Tudo o Resto

Então parece que vem aí um filme novo de Paul Thomas Anderson chamado Inherent Vice baseado na obra homónima de Thomas Pynchon. Depois de ler e não ter percebido completamente V., tenho curiosidade em tentar de novo um livro de Pynchon e este vem mesmo a calhar porque em caso de dúvida é ver o filme. Quanto ao filme, será uma oportunidade para tentar catalogar o realizador na minha lista de preferências: gostei imenso de Magnolia (um dos meus filmes preferidos), não gostei de Boogie Nights (essencialmente pela história ou falta dela) e There Will Be Blood tem excelentes momentos (em particular a sequência final) embora ache que se arrasta demasiado para o meu gosto. Portanto vamos lá ver o que sai deste Inherent Vice... Ah e a banda sonora é de Jonny Greenwood dos Radiohead por isso a expectativa está lá em cima neste particular.

A expressão que dá título ao livro/filme refere-se, segundo a Wikipédia, a um defeito escondido num qualquer objecto físico, causando a sua deterioração e instabilidade dos seus componentes. Num filme que conta a história de um detective que investiga o desaparecimento do namorado da ex-namorada, fico a aguardar personagens absolutamente instáveis e explosivas.

Vou tratar então de ler o livro para ver se alguma das minhas previsões se concretiza ou se realmente não percebo nada disto. A ciência futebolística indica que os prognósticos só devem ser feitos no fim do jogo; veremos se, como tanta coisa do mundo do futebol, esta teoria é adequada também às literaturas.

 

Conclusão e (falta) de moral da história

E o cartaz absolutamente encantador do filme? Será uma referência a V. ou são somente os membros inferiores de uma senhora?

 

 

 

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