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Zanadu!

Crónicas de Timbuktu, Trevim e Lisboa (nos melhores dias)

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Crónicas de Timbuktu, Trevim e Lisboa (nos melhores dias)

Acerca da genética do fado

por Tiago, em 02.01.15

Cada vez mais me convenço que existe em cada português algo que o atrai inevitavelmente ao fado. É um fenómeno que provavelmente se pode explicar pelo condicionamento que sofremos desde pequeninos, especialmente agora que o fado está definitivamente na moda, com a música a passar nas televisões bastante amiúde.
Mas a um nível mais inconsciente, há algo no fado que me deixa especialmente triste, nostálgico e com saudades de um Portugal, ali de meados do século XX, que provavelmente nunca existiu senão na minha cabeça; a Lisboa dos filmes do Vasco Santana é se calhar a melhor aproximação existente.
Não se pense com toda esta conversa que sou um grande apreciador do género; dizia alguém que sendo uma música tão crua, é frequentemente má porque exige momentos de inspiração quase divina ao intérprete. Talvez seja esse o meu problema com o fado. Contam-se pelos dedos das mãos (literalmente) os fados de que gosto. Mas esses de facto enchem-me as medidas.

Ó desventura, ó saudade,
Causas da minha inconstância

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