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Crónicas de Timbuktu, Trevim e Lisboa (nos melhores dias)

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Acerca da inerência dos vícios II

por Tiago, em 17.10.14

Navegava eu pelos mares blogosféricos quando percebo que um expert do cinema e da literatura já tinha feito uma pequena antevisão de Inherent Vice: Pedro Mexia no seu excelente blogue "Malparado". Mais do que um crítico de cultura cuja opinião muito respeito, Pedro Mexia é na verdade a razão pela qual eu alguma vez peguei num livro de Pynchon até porque era para mim um nome desconhecido. Penso ter sido numa das primeiras emissões (radiofónicas) do Governo Sombra, algures em 2008, que o Pedro, a propósito de um senhor sueco associado aos Prémio Nobel ter afirmado que a literatura norte-americana era alheada do Mundo, mencionou quatro nomes que ficaram marcados na minha memória e que li quando tive oportunidade: Cormac Mccarthy, Don DeLillo, Philip Roth e claro, Thomas Pynchon. O comentário político é interessante mas é mais por estas pérolas que o Governo Sombra vale a pena.

 Pedro Mexia sobre Inherent Vice

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