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Zanadu!

Crónicas de Timbuktu, Trevim e Lisboa (nos melhores dias)

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Crónicas de Timbuktu, Trevim e Lisboa (nos melhores dias)

Acerca do conhecimento empírico

por Tiago, em 10.04.13

No rescaldo de mais um Paris-Roubaix, ganho brilhantemente por Fabian Cancellara, é pertinente lembrar uma das muitas histórias lendárias em torno da corrida. Um dos troços de pavé mais decisivos da corrida é o que atravessa a floresta de Arenberg; cerca de 2.5km de extrema dificuldade, a 90km do final, é um local onde não se ganha mas se podem perder todas as hipóteses de discutir a corrida.

A maior curiosidade está relacionada com a forma como foi incluído na corrida a partir de 1968. Perto do bosque existia uma mina, onde trabalhava Joseph Stablinski, filho de imigrantes polacos. A primeira “estrada” data do tempo de Napoleão e Stablisnki, fruto da sua profissão, passou por ali durante toda a sua vida de mineiro, antes de se tornar ciclista. Assim, foi ele que sugeriu à organização incluir este sector na corrida, transformando-a e conferindo-lhe uma dureza e misticismo ainda maior.

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